Blog Fernandinho Arruda

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Arquivo da categoria ‘Fraude nas Urnas Eletrônicas’

Urnas Eletrônicas seguras?

Publicado por fernandinhoarruda em 28 Abril, 2009

 

Urnas eletrônicas: Violação ou democracia

Domingo, 26 de Abril de 2009

 

A badalada urna eletrônica brasileira é tida como a forma mais segura de eleger um candidato com a convicção de que seu voto realmente é destinado à pessoa escolhida. No entanto, as últimas eleições ficaram marcadas por várias falhas no processo eletrônico de votação, vazamento de criptografias e até mesmo votos destinados a um candidato sendo computados a outro. Diante desta preocupação, o Deputado Gerson Peres (PP-PA) participou de uma entrevista no Painel Brasil TV.

 

Segundo o parlamentar, em algumas cidades as denúncias de irregularidades no pleito de outubro de 2008 foram tantas que as eleições municipais serão realizadas novamente. Ele destacou que, no primeiro turno, foram detectados mecanismos que prejudicaram o funcionamento das urnas eletrônicas. Ele também ressaltou que alguns problemas das urnas não podem mais ser aceitos.

 

“Uma urna que não confere a contagem de votos e não certifica o meu voto fere a Constituição Federal, porque priva o cidadão de ter o conhecimento exato de onde está o seu voto”, disse.

 

Confira abaixo a íntegra da entrevista, com apresentação de Rosa Diniz, produção de André Sarkis e edição de Sérgio Diniz.

 

http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/2009/04/urnas-eletronicas-violacao-ou.html

 

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A Comédia sobre a Urna Eletrônica

Publicado por fernandinhoarruda em 1 Abril, 2009

 

Seu Raimundo e a urna eletrônica

Domingo, 29 de Março de 2009

 

Recentemente, a corte máxima alemã vetou o uso de urnas eletrônicas. Segundo eles, um evento público como uma eleição implica que qualquer cidadão possa dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem possuir, para isso, conhecimentos especiais de informática.

No Brasil, a interpretação do princípio de transparência dos atos públicos ainda está longe da visão alemã. Eleitores que questionam o processo de votação são taxados de desinformados ou ultrapassados. Candidatos que ingressam com processos de suspeitas de fraude nas urnas eletrônicas, mesmo que apresentando quilos de provas, são tratados como réus e ainda correm o risco de receber multa por litigância de má-fé.

Por aqui é assim que funciona. O presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Brito, repete incansavelmente que as urnas são invioláveis e totalmente secretas, e os eleitores – letrados ou não – fingem que acreditam em suas palavras. 

Até quando veremos esta falsa democracia? 40 anos após a instituição do AI-5, o Brasil mergulha novamente em um sistema autoritário.

Para ilustrar essa pequena reflexão, trazemos um “achado” da internet. Segue abaixo uma história em quadrinhos de 4 páginas escrita por Leonardo Santana e desenhada por Will.

Divirtam-se!

Leonardo Santana é roteirista e editor de quadrinhos. Começou produzindo roteiros curtos em zines como o Heróis Brazucas. Em 2004 ingressou na equipe que lançou a revista Brado Retumbante como roteirista da personagem Cabala. Posteriormente, passou também a ser o editor da revista até … Leia mais (http://4mundo.com/quadrinistas/leonardo-santana/)

 

Will é artista gráfico e quadrinhista, especialista em ilustração vetorial. Admirador confesso de J. Carlos, Belmonte, Ziraldo, Laerte… e também de Carlos Meglia e dos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá. Formado em Arte Publicitária e Ilustração pela EPA – Escola Pan-americana de Artes … Leia mais (http://4mundo.com/quadrinistas/will/)

 

http://www.fraudeurnaseletronicas.com.br/2009/03/seu-raimundo-e-urna-eletronica.html

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POSSÍVEL FRAUDE ANUNCIADA ANOS ATRÁS

Publicado por fernandinhoarruda em 14 Março, 2009

 

URNAS ELETRÔNICAS, A FRAUDE ANUNCIADA

Osvaldo Maneschy, Jornalista

Rio de Janeiro, 8 de junho de 2001

 

 Esteb é o artigo citado pelo Ex-presidente e Senador José Sarney em seu discurso no Senado em 20/03/2002 quando denunciou a interferência da ABIN no processo eleitoral e sugeriu a fiscalização das eleições por observadores internacionais em matéria de processo eleitoral informatizado não há país no mundo que tenha ousado tanto quanto o Brasil. É por isso que os brasileiros, ao contrário dos norte-americanos, japoneses ou europeus, podem saber no mesmo dia o nome do presidente eleito apesar do eleitorado do país ser de 107 milhões de pessoas e estar espalhado pelos seus 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Todos se lembram dos dias de incerteza que os Estados Unidos atravessaram no final do ano passado para saber quem vencera – Bush ou Al Gore – enquanto a Flórida recontava votos. Isto jamais aconteceria aqui, garantem os defensores da urna eletrônica brasileira, devido a velocidade da proclamação dos resultados. Seria o caso de os Estados Unidos e o mundo finalmente se curvarem diante do Brasil?

  

A resposta clara é não. O que o Brasil ganhou em velocidade perdeu, e muito, em confiabilidade dos resultados – comparando-se o voto eletrônico com as antigas cédulas de papel contadas uma a uma. Hoje o voto dos brasileiros foi reduzido a um registro eletrônico na memória de um microcomputador sem que seja possível recontá-los ou realizar qualquer tipo de auditoria. O voto do brasileiro tornou-se virtual, não existe mais materialmente, e eleição inauditável é sinônimo de eleição inconfiável.

 

Só não vê isto quem não quer e o problema é que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – que informatizou a eleição brasileira do jeito que ela é hoje – não admite críticas ao sistema que garante, de pés juntos, ser 100% seguro. No que depender do TSE, ano que vem o próximo presidente da República será eleito pelas urnas eletrônicas exatamente do jeito que elas são desde 1996, quando foram usadas pela primeira vez. A lei em vigor ajuda o TSE porque qualquer alteração no processo eleitoral precisa ser feita com um ano de antecedência – no caso das urnas eletrônicas, modificações só são permitidas até outubro deste ano. A situação se agrava pelo fato de o TSE não permitir que os partidos políticos tenham acesso aos softwares que rodam na urna eletrônica ou são usados na totalização, em parte preparados pela Agência Brasileira de Informações (ABIN) através de um órgão chamado Cepesc – especializado em criptografia – que ajuda o TSE desde os tempos do falecido SNI.

 

Embora o TSE gaste milhões para convencer a opinião pública brasileira de que as eleições são 100% seguras, especialistas em informática garantem exatamente o contrário. Argumentando que ao contrário do que recomenda a boa técnica, o TSE optou por um sistema fechado que tem na falta de transparência sua segurança, quando deveria ser adotado sistema aberto que facilitasse a fiscalização externa. Sistemas fechados, como o painel eletrônico do Senado Federal, são alvos fáceis de fraudes conduzidas por agentes internos – pessoas que dominam o sistema e o usam por algum motivo em proveito próprio. Exatamente como fez a diretora do Prodasen com a ajuda de um técnico, por ordem dos senadores Antônio Carlos Magalhães e José Roberto Arruda.

 

Tecnicamente não existem grandes diferenças entre o voto eletrônico dos 81 senadores e dos 107 milhões de eleitores brasileiros. Esses mesmos críticos argumentam que tradicionalmente os partidos políticos sempre fizeram o papel de auditores externos das eleições brasileiras, dando credibilidade aos resultados via fiscalização rigorosa prevista pelo antigo Código Eleitoral. Fiscalização que o TSE, contrariando a própria lei que fez, tornou na prática absolutamente inócua no caso das urnas eletrônicas, ao impedir os partidos de terem acesso aos softwares que rodam na urna. E por eles não terem a menor condição técnica de acompanharem o jorro de 107 milhões de votos em Brasília, via sistema de totalização. O TSE também não permite que os partidos confiram se o programa inseminado em cada uma das 354 mil urnas usadas no país é idêntico ao que o TSE despacha para cada TRE nas semanas que antecedem as eleições.

 

A falta de transparência, na opinião dos técnicos reunidos no Fórum do Voto Eletrônico – lista da internet que há quatro anos discute a segurança do voto eletrônico no Brasil – deixa escancarada a porta para fraudes promovidas por agentes internos (como aconteceu no Senado), ou gente do próprio TSE, já que não existe outra garantia a não ser a palavra das autoridades do tribunal de que o sistema é seguro. Na avaliação desses técnicos, essa falha grave compromete totalmente a lisura das eleições brasileiras porque hoje é impossível recontar votos, auditar urnas ou acompanhar a totalização de resultados, tal a velocidade em que ela se dá. Com a informatização, na prática, o TSE tirou a transparência da eleição e alijou os partidos políticos do processo.

 

O brasileiro, de uma maneira geral, confia nos computadores – acha que eles não erram. Mas a verdade é que as máquinas fazem o que se quer que elas façam, e só agora, por conta da violação do painel do Senado é que o cidadão comum começa a abrir os olhos para a possibilidade de fraude eletrônica. Começa a perceber que se é possível fraudar computadores no Senado, protegido dia e noite por seguranças, o que não é possível fazer com urnas eletrônicas transportadas para os mais longínquos e ermos lugares do país?

 

Para incômodo do TSE, aumenta a cada dia o número de pessoas que duvidam da lisura do voto eletrônico que começou a ser implantado em 1985, quando foram aposentados os antigos títulos – documentos com fotos, dados pessoais, endereço e filiação do eleitor – substituídos pelos novos, emitidos por computador, sem fotos e sem assinaturas – que facilitam a fraude de um eleitor votar pelo outro.

 

Começa a ficar claro para a opinião pública que o TSE – que projetou, desenvolveu e gastou quase US$ 1 bi para a informatização do sistema eleitoral brasileiro – ultrapassou, de muito, todos os limites que a prudência e a responsabilidade recomendavam. O presidente nacional do PDT, Leonel Brizola, junto com os técnicos independentes da área de informática, vem questionando duramente a lisura das urnas eletrônicas. Com a autoridade de ter sido comprovadamente vítima em 1982 de uma tentativa de fraude na totalização eletrônica de votos para impedir que chegasse ao governo do Rio de Janeiro. O ano de 1982 é especialíssimo porque foi o primeiro ano, por resolução do TSE, que se permitiu o uso de computadores nas eleições brasileiras. E foi neste mesmo ano que o TRE do Rio de Janeiro contratou uma firma de informática, a Proconsult, que tinha em seus quadros gente do SNI, para totalizar a eleição. E foi o que se viu a Proconsult tentou desviar os votos de Brizola para brancos e nulos, não deu certo, o escândalo chegou as manchetes dos jornais – como agora, na fraude eletrônica do Senado. Detalhe fundamental ninguém foi preso, ninguém foi punido.

 

As críticas contra a urna vêm se avolumando desde 1996, mas antes do escândalo do painel do Senado Federal elas praticamente não conseguiam chegar à opinião pública. O engenheiro Amílcar Brunazo Filho, especialista em segurança de dados, criador e moderador do Fórum do Voto Eletrônico, explica a insegurança da urna. “Ela não é segura porque identifica o eleitor no mesmo ambiente em que ele deposita o voto, além de não permitir auditoria externa ao TSE.” Aristóteles Gomes, outro profissional da área de informática e assíduo freqüentador do Fórum, considera uma impropriedade “até lingüística” chamar de urna o microcomputador do TSE porque “urna, em latim, significa local onde se pode depositar algo que possa ser retirado a qualquer tempo; conteúdo previamente estabelecido que possa ser visto ou conferido”. Exatamente o que não acontece na máquina, que só totaliza votos. Mas em 1996, quando as máquinas de votar foram usadas pela primeira vez, além do registro magnético, as urnas imprimiam o voto em papel – o que permitia ao eleitor conferir o próprio voto, um direito seu assegurado por lei. O TSE aboliu a impressão do voto em 1998, medida que o Senador Roberto Requião (PMDB/PR) quer restabelecer como forma de permitir que a voto volte a ser conferido pelo maior interessado – o próprio eleitor. O fato de aparecer na tela da máquina o nome, o número e a foto de determinado candidato na hora de confirmar o voto do eleitor, não significa que ele receberá o voto. Um software desonesto pode totalizar o voto para outro candidato ao mesmo tempo em que mostra na tela o político que o eleitor escolheu. O programa que faz a urna funcionar pode tudo a partir do momento em que não é conferido. As urnas eletrônicas têm o poder de ‘eleger’ candidatos sem votos, ‘deselegendo’ candidatos com votos.

 

Há uma máxima em informática que diz que quando um sistema depende exclusivamente da palavra de quem o controla, ele é intrinsecamente inseguro. Só o TSE garante que as urnas brasileiras são 100% seguras, mais ninguém.

 

Para os críticos do voto eletrônico, o TSE escancarou as portas para novas e sofisticadas fraudes que põem em risco a própria democracia – já que elas são muito mais graves do que as tradicionais. Os controles que a sociedade dispunha no sistema anterior, que envolviam milhares de pessoas, foram todos desativados. Em palestra no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (CTA), Amílcar Brunazo Filho advertiu “Alguns entendem que o voto eletrônico brasileiro seja sinal de pujança e desenvolvimento da tecnologia da informática, mas a prudência e o bom senso recomendam que este tema seja pensado com maior cuidado e profundidade”. Trocou-se a segurança do processo eleitoral anterior pela velocidade e a rapidez da proclamação dos resultados. Sem dúvida alguma um retrocesso levando-se em conta que uma das bandeiras da Revolução de 30 foi exatamente a moralização dos costumes políticos brasileiros e o fim das fraudes eleitorais tão comuns na República Velha. Para Brunazo os procedimentos de segurança são essenciais “Chegou a hora de o Brasil discutir a segurança do voto eletrônico, sob pena de deixarmos para nossos filhos um arremedo de democracia onde o eleitor jamais saberá em quem votou e a oposição jamais terá condições de conferir votos”.

 

http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/maneschy2.htm

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Havia interesse em reduzir o número de Eleitores no CORINTHIANS?

Publicado por fernandinhoarruda em 21 Fevereiro, 2009

 

Sócios corintianos são impedidos de votar e protestam

Eleições corintianas têm protesto de sócios que não conseguiram votar

Sábado, 14 de fevereiro de 2009, 16h11 Atualizada às 16h18

Andressa Tufolo

Direto de São Paulo 

 

O clima de tranqüilidade que predominou durante a manhã no Parque São Jorge não foi visto mais há poucas horas do fim da eleição para presidência do Corinthians. Alguns sócios e conselheiros não conseguiram votar por não terem seu nome na lista da base de dados e começaram a protestar.

 

“Estava tudo tranqüilo, mas surgiu problemas na base de dados e isso prejudicou a votação. Eu contabilizei mais de 150 nomes que poderiam votar e não votaram. Estamos conversando com a comissão (de eleição)”, disse Osmar Stábile, um dos candidatos da oposição.

 

“Alguns associados vão fazer Boletim de Ocorrência e aí a eleição vai acabar na Justiça”, completou Stábile. Outro candidato da oposição, Paulo Garcia preferiu amenizar a polêmica, mas disse que já discutiu com alguns sócios.

 

“O clima estava tranqüilo, mas infelizmente umas pessoas conturbam o ambiente para denegrir as imagens das pessoas. Vem falar que queremos que as pessoas não votem, a gente acaba discutindo e perdendo a razão”, disse o candidato.

 

Até membros da situação reclamaram da desorganização nas eleições alvinegras. O conselheiro Antonio Fairo Musketo Filho, que apóia o atual mandatário Andrés Sanchez, se irritou por não conseguir votar.

 

“É um ultraje ao direito da sociedade. Esse clube é arcaico, querem tomar conta por 20 anos e não conseguem democracia. Não pude votar, quem paga não tem direito a nada no Corinthians”, disparou Musketo.

 

Questionada pela reportagem do Terra sobre a polêmica, a assessoria de imprensa do clube informou que a comissão de eleição foi escolhida em um consenso dos três candidatos e que os sócios que não conseguem votar em algum momento tiveram algum problema com seu título.

 

Especial para Terra

http://esportes.terra.com.br/futebol/estaduais/2009/interna/0,,OI3575341-EI12403,00-Socios+corintianos+sao+impedidos+de+votar+e+protestam.html

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Pesquisa 2 – Ações tomadas no município

Publicado por fernandinhoarruda em 26 Janeiro, 2009

 Pesquisa 2 – Ações tomadas no município

Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008
Das ações listadas abaixo, quais foram tomadas em seu município?

a) Protocolado requerimento junto à Justiça Eleitoral
b) Contactado o Ministério Público Eleitoral
c) Contactada a Polícia Federal
d) Requeridos, junto ao TRE, os arquivos de log’s das urnas eletrônicas
e) Realizada algum tipo de manifestação pública
f) Divulgado na mídia local (jornais, revistas e rádios)

Enviei já seu comentário.

O blog Fraude Urnas Eletrônicas agradece a sua participação.

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Urna eletrônica é confiável?

Publicado por fernandinhoarruda em 26 Janeiro, 2009

Urna eletrônica é confiável?

Veja o que diz o Desembargar e Juiz Eleitoral aposentado do Rio Grande do Sul, Ilton C. Dellandréa .

Um computador, por mais protegido que esteja, é potencialmente vulnerável a vírus e invasões cujos métodos se aperfeiçoam na mesma proporção dos aplicativos protetores. Desconfio que algumas empresas proprietárias de antivírus mantêm um setor específico para criar os que elas próprias, depois, vão eficientemente combater. É a melhor explicação que encontro para a propagação dessa praga cibernética.

A urna eletrônica usada nas eleições do Brasil é semelhante a um micro. É programada por seres humanos e seu software é alterável de acordo com as peculiaridades de cada pleito. Por ser programável pode sofrer a ação de maliciosos que queiram alterar resultados em seus interesses e modificar o endereço do voto com mais facilidade do que se inocula um vírus no seu micro via Internet. Além disto, pode desvendar nosso voto, pois o número do título é gravado na urna na mesma ocasião e fica a ela associado.

Há várias formas de se fazer isto. Por exemplo: é possível introduzir um comando que a cada cinco votos desvie um para determinado candidato mesmo que o eleitor tenha teclado o número de outro.

Talvez eventuais alterações maliciosas sejam possíveis de serem detectadas a posteriori. Mas descobrir a fraude depois de ocorrida não adianta. O importante é prevenir.

A preocupação com a vulnerabilidade da urna eletrônica é antiga. Pode ser acompanhada no site Voto Seguro, mantido por técnicos especializados, engenheiros, professores e advogados que defendem que a urna eletrônica virtual – que não registra em apartado o voto do eleitor e que será usada nas próximas eleições – admite uma vasta gama de possibilidades de invasões, sendo definitivamente insegura e vulnerável.

Recentemente o engenheiro Amílcar Brunazo Filho (especialista em segurança de dados em computador) e a advogada Maria Aparecida Cortiz (procuradora de partidos políticos) lançaram o livro “Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico” (capa acima), pela All Print Editora, no mínimo inquietante. Mesmo para os não familiarizados com o informatiquês ele é claro e transmite a idéia de que as urnas eleitorais brasileiras podem ser fraudadas.

São detalhados os vários modos de contaminação da urna e se pode depreender que, se na eleição tradicional, com cédulas de papel, as fraudes existiam, eram também mais fáceis de ser apuradas porque o voto era registrado. Agora não. O voto é invisível e, como diz o lema do Voto Seguro: “Eu sei em quem votei, eles também, mas só eles sabem quem recebeu meu voto”, de autoria do engenheiro e professor Walter Del Picchia, Professor Titular da Escola Politécnica da USP.

O livro detalha a adaptação criativa de fraudes anteriores, como o voto de cabresto e a compra de votos, e outros meios mais sofisticados, como clonagem e adulteração dos programas, o engravidamento da urna e outros. Além das fraudes na eleição, são possíveis fraudes na apuração e na totalização do votos.

O livro demonstra que a zerésima – um neologismo para a listagem emitida pela urna antes da votação e na qual constam os nomes dos candidatos com o número zero ao lado, indicando que nenhum deles recebeu ainda votos, na qual repousa a garantia de invulnerabilidade defendida pelo TSE -, ela própria pode ser uma burla porque é possível se imprimir qualquer coisa, como o número zero ao lado do nome do candidato, e ainda assim haver votos guardados na memória do computador (página 27).

O livro não lança acusações levianas. Explica como as fraudes podem ocorrer e ao mesmo tempo apresenta soluções, ao menos parciais, como o uso da Urna Eletrônica Real – que imprime e recolhe os votos dos eleitores em compartimento próprio – ao contrário da urna eminentemente virtual, que não deixa possibilidade de posterior conferência.

O mais instigante é que os autores e outros técnicos e professores protocolizaram no TSE pedidos para efetuar um teste de penetração visando demonstrar sua tese e isto lhes foi negado, apesar da fundamentação usada.

O livro cita o Relatório Hursti, da ONG Black Box Voting, dos EUA, em que testes de penetração nas urnas-e TXs da Diebold demonstraram que é perfeitamente possível se adulterar os programas daqueles modelos de forma a desviar votos numa eleição normal (página 25).

Pelo menos 375 mil das 426 mil urnas que serão utilizadas nas eleições de 2006 são fabricadas pela Diebold. Elas foram, por esses motivos, recusadas tantos nos EUA quanto no Canadá.

É óbvio que a fraude não necessariamente ocorrerá. É óbvio que a grande maioria dos membros do TSE e dos TREs, desde o mais até o menos graduado, é honesta e, por isto, podemos dormir em paz pelo menos metade da noite.

Sei disso porque fui Juiz Eleitoral em Iraí, Espumoso, Novo Hamburgo (onde presidi o famigerado recadastramento eleitoral, saudado como um golpe às falcatruas que se revelou frustrante ao abolir a foto de eleitor no título e abriu o caminho para outras fraudes) e em Porto Alegre. Era Juiz quando pela primeira vez foi utilizada, no Brasil, a urna eletrônica, isto em 1996, e não percebi nada de anormal.

Aqueles eram outros tempos e a novidade da máquina deslumbrava a todos e era tida e havida como segura, principalmente pela atuação do pessoal encarregado de sua manipulação.

Mas depois que se descobriu que o Poder Judiciário não é imune à corrupção – veja-se o caso de Rondônia – nada é impossível, principalmente em matéria eleitoral. Por isto é incompreensível a negativa do TSE em admitir o teste requerido e, o que é pior, insistir em utilizar a Urna-E Virtual com apoio na Lei n. 10.740/03, aprovada de afogadilho e sem o merecido debate, ao invés da mais segura Urna Eletrônica Real.

Se não é certo, em Direito, dizer que quem cala consente é, todavia, correto dizer que quem obsta o exercício de um direito é porque tem algo a esconder. Ou, por outra, que há alguma coisa que aconselha a ocultação. Ou porque – e agora estou me referindo ao caso concreto – se intui que pode haver algo de podre no seio da urna eletrônica que poderia provocar severas desconfianças às vésperas do pleito.

 

http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2008/12/urna-eletrnica-confivel.html

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O antes e o depois das reportagens sobre fraudes nas urnas eletrônicas

Publicado por fernandinhoarruda em 26 Janeiro, 2009

 

O antes e o depois das reportagens sobre fraudes nas urnas eletrônicas

Nos últimos dias um fato “curioso” chamou a atenção dos membros do Fraude Urnas Eletrônicas. Apesar de todos os indícios nos levarem a crer que a confiabilidade das pesquisas eleitorais durante o pleito de 2008 chegou quase ao fundo do poço, acreditávamos que ainda existissem institutos com certa “notoriedade pública” e, por isso, credibilidade garantida pela imagem que carregam. Acreditávamos.

Em matéria de pesquisas de opinião tudo é possível, e uma prova clara desta afirmação são duas pesquisas, publicadas pelo mesmo site (JusBrasil Notícias) e extraídas de fontes diferentes.

A primeira (http://www.jusbrasil.com.br/noticias/94143/metade-dos-brasileiros-suspeita-de-fraude-antes-da-eleicao-mostra-pesquisa), contratada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) em 12 de agosto de 2008, realizada pelo Instituto Vox Populi, informava que:

— 52% dos entrevistados acreditam que existe algum tipo de fraude no processo eleitoral;

— 30% das pessoas disseram ter conhecimento de algum caso de compra de voto;

— 21% da população concorda que, no sistema eleitoral brasileiro, os políticos têm como saber em quem cada eleitor votou.

A segunda (http://www.jusbrasil.com.br/noticias/607776/atendime nto-prestado-por-mesarios-e-otimo-ou-bom-para-89-dos-eleitores), contratada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo(TRE/SP) em 16 de janeiro de 2009, realizada pelo Instituto Nexus, informou que:

— A urna eletrônica foi aprovada por 97% dos entrevistados;

— a Justiça Eleitoral é considerada a instituição mais confiável do Brasil;

— dos eleitores com pós-graduação, 71,4% disseram confiar totalmente na instituição Justiça Eleitoral e 28,6% disseram confiar em parte.

Além da grande discrepância entre as informações coletadas pelos institutos, encontra-se também o fato dos períodos em que estas pesquisas foram divulgadas. A primeira, contratada por uma instituição isenta de opiniões políticas (pelo menos é o que se espera da AMB) foi divulgada antes do período eleitoral, enquanto que a segunda, contratada pela parte interessada em “blindar” a urna eletrônica, foi divulgada após uma onda de suspeitas de fraude eleitorais, envolvendo inclusive, o processo eleitoral em sua forma eletrônica.

Aos interessados no assunto, muito atenção às inúmeras reportagens que estão pipocando na mídia com o intuito único e exclusivo de “blindar” a urna eletrônica de qualquer possível mácula. Afinal de contas, ainda existe uma grande parcela da população que acredita na “falsa blindagem” apresentada alguns anos atrás de que a urna eletrônica é invejada por dezenas de países – pobres brasileiros enganados – nem o Paraguay, país que recebeu gratuitamente as urnas eletrônicas brasileiras, correu o risco de utilizá-las.

Blindagem falsa existe, mas tem prazo de validade! 

 

http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/

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Pesquisa 1 – Evidências de fraude eleitoral

Publicado por fernandinhoarruda em 26 Janeiro, 2009

Pesquisa 1 – Evidências de fraude eleitoral

Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Quais as evidências de fraude eleitoral listadas abaixo, você consegue identificar em seu município?

a) Comemorações antecipadas
b) Uso da frase “Eu já sabia”
c) Apostas financeiras efetuadas por apoiadores do candidato eleito
d) Coincidências numéricas entre os dados dos Boletins de Urna
e) Divergências entre as pesquisas eleitorais e o resultado final da eleição
f) Diferença de votos anormal
g) Falta de comemoração da vitória (apatia da população)
h) Ligação do candidato eleito com CPI’s, mensalão, fraudes e operações da Polícia Federal
i) Problemas com a foto do candidato derrotado (ausência da foto ou foto trocada)
j) Falta de transparência do processo eleitoral por parte dos servidores do Cartório Eleitoral

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O blog Fraude Urnas Eletrônicas agradece a sua participação.

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Urnas eletrônicas em xeque

Publicado por fernandinhoarruda em 26 Janeiro, 2009

Urnas eletrônicas em xeque

Sábado, 10 de Janeiro de 2009

http://fraudeurnaseletronicas.blogspot.com/2009/01/urnas-eletrnicas-em-xeque.html

Terceiro colocado em Aracaju, senador Almeida Lima tenta anular eleição na Justiça sob argumento de que houve problema em pelo menos 554 urnas

Reportagem de Mário Coelho, publicada dia 07 jan 2009, no site Congresso em Foco

Link: http://congressoemfoco.ig.com.br/DetEspeciais.aspx?id=26063

Encerradas oficialmente em 18 de dezembro, último dia para diplomação dos eleitos no pleito de outubro, as eleições municipais de 2008 ainda provocam polêmicas. O motivo é a suspeita, apontada por especialistas em segurança de informática, de fraudes na urna eletrônica em diversas cidades brasileiras. A última delas envolve a cidade de Aracaju (SE).

Na sexta-feira passada (2), o senador Almeida Lima (PMDB-SE) entrou com um pedido de anulação das eleições na capital sergipana no Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE). Ele perdeu o comando do Executivo municipal para o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB), reeleito ainda no primeiro turno com 51,72% dos votos válidos. Na ação, o peemedebista, que ficou em terceiro lugar, com 17,7% dos votos válidos, denuncia supostas fraudes nas urnas que teriam beneficiado seu adversário.

O senador sergipano argumenta que foram atribuídos votos a pessoas que não eram candidatas na cidade. Ele também aponta que, em alguns casos, houve divergência nos votos recebidos por um mesmo candidato a vereador.

Por conta disso, o peemedebista contratou duas empresas especializadas em perícia eletrônica. De acordo com o senador, os técnicos encontraram algumas irregularidades. Das 916 urnas eletrônicas usadas no pleito, 554 apresentaram problemas na tecla corrigir. Somente as 162 restantes estavam em condições de uso.

A análise das empresas mostrou também que, em as todas as urnas usadas, havia nomes de pessoas cuja candidatura não havia sido registrada. “Nós temos provas que todas elas, sem exceção, as 916 urnas que foram utilizadas nas eleições em Aracaju, foram violadas no dia 4 de outubro, véspera das eleições”, afirmou Almeida Lima ao Congresso em Foco.

Sem prejuízo

Não é a primeira vez que Almeida Lima entra com um recurso argumentado fraude nas eleições. Em novembro passado, ele recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a anulação do pleito. A ação chegou ao corregedor do TSE, ministro Félix Fischer.

Fischer, então, enviou um pedido de informações ao TRE-SE. Mas antes afirmou, em decisão monocrática, que o setor técnico do tribunal “noticiou que (…) do início das eleições até o seu encerramento, não se observou nenhuma ocorrência anormal nos sistemas sob a responsabilidade deste Tribunal”.

Os advogados do candidato derrotado em Aracaju também questionavam problemas ocorridos no Sistema de Apresentação dos Resultados (SIAPRE), que mostrava números diferentes da apuração do TSE. O ministro escreveu que as incorreções apontadas não refletiram na “realidade dos dados captados, transmitidos, totalizados e divulgados pelos sistemas deste Tribunal Superior”.

Sobre a nova ação do peemedebista, por estar em recesso judiciário, nem o presidente do TRE-SE nem a assessoria de imprensa foram encontradas para comentar o assunto. O ministro Felix Fischer não vai se pronunciar sobre o caso, já que a ação não chegou à corte eleitoral.

Violações

A preocupação com a segurança das eleições chegou à Câmara dos Deputados. Em novembro e dezembro, duas audiências públicas foram realizadas para discutir o assunto. Na ocasião, o professor Pedro Dourado Rezende, da Universidade de Brasília (UnB), listou uma série de municípios com fortes indícios de fraudes na última eleição.

De acordo com ele, Nova Esperança (PR), Itajaí (SC), Bragança Paulista (SP), Cabo Frio (RJ), além de outros 12 municípios da Bahia tiveram problemas. Nas cidades baianas, por exemplo, contatou-se que metade dos mesários não assinou a ata de votação e o boletim de urna.

Esse também é o caso do município de Caxias, no interior do Maranhão. Dois peritos – Gledston Reis e Gladston de Oliveira –, contratados pela da ex-prefeita Márcia Marinho (PMDB), derrotada na disputa pela prefeitura do município nas eleições de outubro passado, atestaram que urnas eletrônicas foram adulteradas na cidade dois dias antes do pleito.

Pelo resultado da análise de 10 urnas, verificadas por ordem da Justiça Eleitoral local, a dupla de técnicos ainda assegurou que a fraude é possível no sistema eleitoral brasileiro e que alguém com acesso a elas, durante 15 minutos, elegeria facilmente até o presidente da República.

Reportagem veiculada em dezembro do ano passado pela TV Bandeirantes trouxe depoimento de eleitores que afirmaram ter encontrado vários problemas na hora de votar. Um deles dizia que, ao escolher um candidato a vereador, a foto não aparecia, somente o número. Mesmo assim, os mesários mandavam confirmar a escolha.

O caso foi parar na Polícia Federal, que recolheu urnas e abriu um inquérito para investigar a denúncia de fraude. Como os peritos da PF ainda não terminaram a perícia, o delegado federal Leonardo Portela Leite afirmou que não iria se pronunciar.

Antes do término da investigação da PF, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) se apressou em negar que tenha havido problemas na cidade. A corregedora do órgão, desembargadora Nelma Sarney, afirmou, em entrevista coletiva realizada em dezembro, que “não houve qualquer violação em urnas eletrônicas”.

A desembargadora disse que técnicos do TSE entenderam que os dois analistas contratados pela ex-prefeita cometeram erros por desconhecimento do processo. “Ficou constatado que não houve qualquer suspeição do processo de votação”, enfatizou a corregedora do TRE-MA.

Impressão

Especialistas ouvidos pelo Congresso em Foco acreditam que há uma concentração equivocada de poderes. Eles dizem que a entidade que opera a eleição, o TSE, é “também juiz dos seus próprios atos segundo suas próprias regras”.

“[O TSE] Ao ser acionado por qualquer candidato que se vê prejudicado, julga enquanto controla o acesso às provas, seja de possíveis irregularidades, seja para certificar o resultado da eleição”, afirmou Pedro Rezende, em entrevista por e-mail ao site. “De outro lado, alardeia, em tom desafiador, que seu sistema é seguro porque ninguém nunca provou que tenha havido fraude com ele”, completou.

O engenheiro e especialista em urnas eletrônicas Amílcar Brunazo Filho tem a mesma opinião. Segundo ele, não existe controle externo das eleições. “Quem tem poder não gosta de ser fiscalizado. O Brasil, que saiu na frente dos outros países com a informatização do voto, está se tornando o mais atrasado. É o único que não permite auditoria externa”, opinou.

O professor da UnB ressalta que os problemas técnicos têm sido apontados desde o início da informatização. Mas, na opinião dele, falta visibilidade para as conseqüências desses problemas. “Eles têm sido tratados como tabu tanto no Parlamento como pela grande imprensa”, analisou.

Os dois lembram que a impressão do voto poderia servir como uma espécie de auditoria externa. Entretanto, o TSE não aceita a volta da materialização dos sufrágios. “A desmaterialização do voto acabou com as fraudes de varejo, aquelas em que se manipulavam registros materiais de votos ou de votações. Mas ao preço de se introduzir fraudes de atacado”, alertou Rezende.

“O que a retenção de um registro material do voto pode fazer, se bem implementada, é permitir que as vantagens dos dois métodos, os de materialização e da desmaterialização, sirvam para neutralizar as desvantagens do outro, isto é, para dificultar ou expor eventuais fraudes cometidas através do outro método”, completou o professor da UnB.

Já o engenheiro Brunazo lembra que a velocidade da apuração, apontada pelo TSE como uma das maiores vantagens da urna eletrônica, não pode superar a confiabilidade. “Uma é desejada e a outra é necessária”, disparou.

O Congresso em Foco entrou em contato com TSE três vezes antes do recesso judiciário, mas não conseguiu o contato com o secretário de Tecnologia e Informação do órgão, Giuseppe Dutra. Na audiência pública na Câmara dos Deputados, ele afirmou que desde a implantação do sistema de voto eletrônico, há 12 anos, “nunca foi confirmada a ocorrência de fraude deliberada no processo”.

Choro de perdedor

O secretário da corte eleitoral responde que “os perdedores das eleições tentam justificar a derrota na contagem de votos e que essa situação ocorre mesmo na votação manual, com pedido de recontagem”. O órgão explicou ainda que a fraude nas urnas é inviável porque “há uma grande quantidade de dispositivos de segurança existentes” e que “seria necessário cooptar um grande número de pessoas para fraudar um resultado eleitoral”.

O secretário do TSE disse, segundo a Agência Câmara, que a adoção do voto impresso não é recomendável porque reintroduz a manipulação humana dos votos no processo, aumentando os riscos de fraude. Além disso, destacou que as impressoras estão mais sujeitas a estragar que as urnas eletrônicas ao longo do caminho percorrido até os locais de votação, aumentando a possibilidade de falhas no sistema.

“A urna eletrônica, quando sai da fábrica, viaja milhares de quilômetros, chegando às vezes a uma aldeia indígena, sofrendo influências de temperatura, umidade, poeira, solavancos”, acrescenta o representante do TSE. “Se uma impressora, que é mais suscetível a esses impactos, passasse por isso, o nível de falha aumentaria muito e fragilizaria o elemento de auditoria.”

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CADASTRO BRASIL DE SUSPEITAS DE FRAUDE ELEITORAL

Publicado por fernandinhoarruda em 26 Janeiro, 2009

 

Se você acredita que houve algum tipo de fraude eleitoral em sua cidade, venha participar deste grupo!

 

A NOSSA FORÇA SERÁ MUITO MAIOR SE ESTIVERMOS UNIDOS E MUNIDOS DE INFORMAÇÕES.

 

Preencha o Cadastro Nacional de Fraudes e envie para o e-mail fraudeurnaseletronicas@yahoo.com.br.

 

Você também poderá inscrever-se no grupo pelo site http://br.groups.yahoo.com/group/fraudeurnaseletronicas/

 

 

Formulário

 

Nome da cidade:

 

Estado:

 

1. Qual foi o resultado final da eleição? Favor informar percentuais.

 

2. Porque você acredita que houve fraude no processo eleitoral de sua cidade?

 

3. Você acredita que houve algum tipo de irregularidade na eleição majoritária (prefeito), na eleição proporcional (vereador) ou em ambas?

 

4. O resultado final da eleição divergiu do esperado por grande parte da população? Se sim, quais evidências comprovam este fato?

 

5. Houve coincidências numéricas no resultado oficial da totalização dos votos? Se sim, descreva as coincidências.

 

6. Durante a campanha eleitoral, foram registradas e divulgadas alguma pesquisa eleitoral? Se sim, qual foi o resultado?

 

7. Se você representa alguma coligação ou partido político, participou da Audiência Oficial de Carga das Urnas? Se positivo, como ocorreu a cerimônia? Quantas urnas foram auditadas?

 

8. Quantos casos você realmente consegue identificar de eleitores que não visualizaram a foto do candidato no momento da votação?

 

9. Foi protocolado processo judicial formalizado na Justiça Eleitoral de 1a. Instância (Cartórios Eleitorais) sobre a fraude?

 

10. Foi contactado o Promotor Eleitoral da comarca? Se sim, qual foi a resposta dada por ele?

 

11. Foi contactada a Delegacia da Polícia Federal mais próxima? Se sim, qual foi a resposta dada pelo delegado?

 

12. Foi requerido, na Justiça Eleitoral, os log’s das Urnas Eletrônicas? Se sim, estes foram analisados?

 

13. Além de você, quantas pessoas estão envolvidas na averiguação do processo eleitoral?

 

14. Foi realizada manifestação popular solicitando a averiguação do processo eleitoral? Se sim, onde ocorreu, com quantas pessoas contou e como se desenrrolou o evento.

 

15. Houve demonstração pública de conhecimento prévio da vitória (o favor, eu já ganhei) por partes dos candidatos eleitos, antes da finalização do processo de totalização dos votos? Se sim, este foi verbal ou contou com o apoio de camisas (por exemplo, É xx, eu já sabia), faixas, adesivos e demais materiais que deveriam ser confeccionados com certa antecedência?

 

 

Se você possui informações que não foram relacionadas em nenhuma das perguntas acima, descreva-as de forma detalhada.

 

 

Para que seja possível desmascarar estas possíveis fraudes, é necessário que as informações abaixo sejam verdadeiras e isentas de qualquer paixão política que desvirtue a realidade dos fatos. Desta forma, poderemos ajudar a divulgar e lutar pela justiça em todas as cidades prejudicadas.

 

Não possuímos todas as informações a respeito do processo eleitoral, entretanto, temos um grupo de estudos que consegue explicar várias dúvidas existentes sobre o tema.

 

Caso tenha dúvidas, possivelmente poderemos ajudá-lo. Favor citá-las abaixo.

 

Parabéns por participar da democracia Brasileira!

 

http://docs.google.com/View?docid=df3ffz3g_0fvpkm5hk

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